Por: Dom Sebastião
A devoção
aos santos e santas na Igreja possibilitam a fraternidade, a participação
fervorosa e o empenho de todos e todas na alegria de viver a fé, animados pela
perseverança no seguimento de Cristo de muitas pessoas batizadas e cheias de
virtudes reconhecidas pela Igreja, a quem chamamos de santos e santas. Tempo de
festividade é tempo de oração, de celebração, de convivência e acima de tudo,
de revigoramento do encontro com Deus.
São Vicente
Ferrer é um desses homens de fé firme e vivência fervorosa que percorre os
séculos, como testemunha de Cristo Jesus. Nascido numa família cristã, educado
na fé e grande pregador da Palavra de Deus, chegando a enfrentar heresias e
cismas de seu tempo. Como se diz nesta Novena: “ A sua atividade pastoral era
centralizada na pregação da palavra de Deus e no ensino da doutrina da igreja e
no combate a corrupção dos costumes”.
A diferença
entre adorar e venerar, não é problema para nós católicos, pois desde os
primeiros séculos já se sabia a distinção. Os cristãos de Esmirna ao tratar do
martírio de São Policarpo, por volta do ano 155, afirmam: “Nós adoramos (Jesus
Cristo), porque é o filho Deus. Quanto aos mártires, nós os amamos justamente
como discípulos e imitadores da incomparável devoção que tinham para com seu
rei e mestre. Pudéssemos nós também ser seus companheiros e condiscípulos!”.
(Martírio de São Policarpo, 17)
Rogo a São
Vicente que suscite no coração de cada participantes de sua novena e na vida de
todos e todas que viverão sua festa, uma fé firme e uma prática fervorosa, a
fim de que transcorridos os dias anuais da festividade continuem animados em
torno da Palavra, da Eucaristia e da Comunidade, lutando pela vida.
Em Cristo Jesus, Dom Sebastião Lima Duarte – Bispo Diocesano.



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